A palavra coach pode ser traduzida por técnico, mas faria mais sentido se fosse um facilitador ou orientador de potenciais, já que o nosso papel é ajudar as pessoas a se desenvolverem em determinados aspectos, despertando o seu melhor em diferentes áreas da vida. Não importa o objetivo do coachee (o cliente do coach), o importante é que, através do processo, ele consiga evoluir, exercitando ou liberando os seus próprios potenciais. Para isso, trabalho com uma visão ampla do ser humano, também chamada de holística. Tudo começa com uma revisão da visão que cada um tem do mundo e termina... Bem, não dá pra dizer como termina, mas dá pra assegurar que o processo sempre traz insights poderosos para todos os envolvidos.
O trabalho pode ser realizado individualmente ou em grupo, mas é sobre este último que desejo escrever hoje. Desde a formação do meu primeiro grupo, percebo o quanto os insights vão surgindo (ou as “fichas caindo”) com mais facilidade à medida em que os integrantes demonstram interesse genuíno uns pelos outros. Assim, abrem-se espaços internos para que as transformações desejadas ocorram. Como se trata de um grupo, pelo processo de ressonância, identificamos em nós aspectos de outros participantes. Relacionando-se melhor com o outro, chegamos a lugares de nós mesmos que, de outra forma, permaneceriam inacessíveis. E isso extrapola, e muito, o processo de coaching.
Eh isso aí Mônica... agora estou coacheando... :)
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