A experiência de cerca de 20 anos com comunicação interna - contribuindo com o relacionamento entre empresas e colaboradores - aliada à paixão por comunicação, me fez perceber que é preciso algo mais para que as organizações possam, de fato, alcançar altos níveis de performance em um cenário tão competitivo. Esse “algo mais” está dentro de cada um e só pode ser trazido à tona, para os processos cotidianos, se houver motivação e entusiasmo. Simples? Claro que sim! Mas isso só se consegue mediante interações satisfatórias e produtivas, consigo mesmo e com pares e gestores.

Por isso, nossas propostas, seja em coaching, desenvolvimento de equipes workshops e palestras - ou projetos de transformação e inovação, atuam tanto no individual quanto no coletivo. Fazemos sempre questão de lembrar que o outro é imprescindível e de que a única forma de alcançá-lo é através de boas conexões, fundamentadas, principalmente, no diálogo! Conversemos, pois!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Mandela inspirou-se em Invictus, e você, onde se inspira?

No filme do mesmo nome, o personagem que representa Nelson Mandela diz que esta poesia o inspirava dia após dia nos quase 28 anos em que esteve preso. Nesse momento, ele fala do valor da inspiração para manutenção de ideais e objetivos. Frases, poesias, pessoas e músicas, dentre tantas outras coisas, renovam diariamente nossa inspiração, de uma forma pessoal e única, que ganha um sentido especial para cada um de nós.
Transcrevo, aqui, o poema de William Ernest Henley citado por Mandela, mas também queremos conhecer a sua fonte de inspiração. Vamos compartilhar e inspirar nos comentários?

Invictus (Invencível)
Tradução de André C S Masini

Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Quem sou eu?

Começamos o ano e não conseguimos evitar as expectativas para o que se sucederá nos meses seguintes. Planos, desejos, sentimentos: tudo parece ser revisto e a disposição para alcançar novos e velhos objetivos parece se renovar. De qualquer maneira, tudo passará por cada um e olhar pra si mesmo será sempre a melhor forma de caminhar, realizar e conquistar. Segue uma poesia para ajudar nas reflexões que 2012 trará!

Eu não sou eu
Juan Ramón Jiménez

Eu sou este que segue ao meu lado
a quem não enxergo
que, às vezes, consigo ver
e de quem por vezes esqueço
Aquele que cala, sereno, quando falo
O que perdoa, docemente, quando odeio
Ele que passeia por onde não estou
Aquele que permanecerá quando eu me for.

(tradução Mônica Alvarenga)