A experiência de cerca de 20 anos com comunicação interna - contribuindo com o relacionamento entre empresas e colaboradores - aliada à paixão por comunicação, me fez perceber que é preciso algo mais para que as organizações possam, de fato, alcançar altos níveis de performance em um cenário tão competitivo. Esse “algo mais” está dentro de cada um e só pode ser trazido à tona, para os processos cotidianos, se houver motivação e entusiasmo. Simples? Claro que sim! Mas isso só se consegue mediante interações satisfatórias e produtivas, consigo mesmo e com pares e gestores.

Por isso, nossas propostas, seja em coaching, desenvolvimento de equipes workshops e palestras - ou projetos de transformação e inovação, atuam tanto no individual quanto no coletivo. Fazemos sempre questão de lembrar que o outro é imprescindível e de que a única forma de alcançá-lo é através de boas conexões, fundamentadas, principalmente, no diálogo! Conversemos, pois!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pulando feito pipoca

Essa foi a primeira imagem que me veio num dos primeiros grupos em que trabalhei com a metodologia de coaching. Minha base era o Sistema Isor, mas a condução era feita por mim com toda a bagagem que adquiri nos muitos trabalhos com grupos, dentro e fora de empresas. A motivação da imagem era a resistência que percebia em algumas pessoas, cuja inquietude nas cadeiras apenas revelava o que se passava em sua mente. Estavam incomodados e resistiam ao inevitável processo de mudanças que se inicia quando nos tornamos conscientes de algum aspecto, antes ignorado, de nós mesmos.
Naquele momento, o “remexer” na cadeira me fez pensar no milho estourando na panela. Quem já fez pipoca em panelas sabe do que estou falando. Quando o óleo esquenta, os milhos começam a pular. Alguns desabrocham, quase que miraculosamente, transformando-se em pipocas crocantes e deliciosas; outros abrem-se um pouco, tornando-se pipocas, mas não tão saborosas; e há ainda os que permanecem permanecem fechados, no fundo da panela.
Como na panela, depois que o processo de coaching se inicia, cada coachee “pipoca” de uma forma, de acordo com o seu tempo, as suas necessidades e, principalmente, com a sua disponibilidade. Só ele pode determinar o resultado do trabalho, que sempre será positivo se contribuir para uma nova percepção de si mesmo, sem importar em que tipo de pipoca ele vai se transformar. O resultado obtido é sempre o melhor possível, dependendo não só do trabalho, mas também das escolhas do coachee.

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