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| "Conversa de Comadre", arte naïf de Wilson Pessoa |
Após a conclusão da minha primeira formação em coaching, convidei alguma amigas para formar um grupo exclusivamente feminino. O trabalho era experimental, mas pautado pela metodologia do Sistema ISOR, reconhecido internacionalmente, que fundamenta a minha formação. Durante 3 meses, seguimos a agenda proposta, enriquecendo o trabalho semanalmente com nossas vivências.
Mas o que eu não podia imaginar é que esse grupo fosse se tornando tão poderoso e que as possibilidades de desenvolvimento para cada uma de nós ficassem tão ricas. Hoje, sigo com o coaching individual, mas acabei formando outros grupos, e alguns, por acaso (?), também acabaram restritos a mulheres.
A partir da singularidade e dos resultados das partilhas de cada encontro, montei o Coaching Feminino. Nesses grupos, assisto à ocorrência de vários insights, à manifestação do interesse genuíno de umas pelas outras, à abertura de espaços internos para que as transformações desejadas ocorram. Como se trata de um grupo, pelo processo de ressonância, identificamos em nós aspectos das outras participantes. Interessando-se, ouvindo, olhando a outra, chegamos a lugares de nós mesmas que, de outra forma, permaneceriam inacessíveis. Ao fim da reunião, cada uma segue com suas próprias conquistas, mais fortalecida para caminhar rumo a seu propósito de vida.
Leia mais em entrevista no site do Instituto Holos.

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